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Posts Tagged ‘Saúde’

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A luta pela defesa da saúde do povo latino americano passa, necessariamente, pela solidariedade de todos e a todos, frente às adversidades que cada povo vem sofrendo como consequência da falta de ação efetiva de governos nacionais.

Assim, a FMB – Federação Médica Brasileira, entidade que congrega sindicatos que representam mais de 50% dos médicos brasileiros, solidariza-se com a Federação Médica Venezuelana, os médicos, trabalhadores da saúde e o povo venezuelano em sua luta por uma assistência à saúde de qualidade, que seja capaz de respeitar a dignidade de quem trabalha no sistema de saúde  e a daqueles que dele precisam.

Denunciamos aos médicos e aos povos brasileiro, venezuelano e latino americano a necessidade imediata de transformações em nossas politicas de saúde de maneira a possibilitar uma gestão proba, efetiva, eficaz, eficiente e transparente; um financiamento que possibilite a todos  um acesso universal e gratuito ao sistema de saúde; um modelo assistencial que comtemple integridade da pessoa humana, em suas necessidades individuais e coletivas; que comtemple práticas humanizadas e humanizadoras bem como amplo acesso aos frutos do conhecimento técnico-cientifico da humanidade, possibilitando fazer da saúde de nossos povos, nosso maior bem.

Que o controle social seja a marca efetiva da presença de todos os segmentos sociais envolvidos na viabilização das politicas de saúde, sua execução e controle.

Em defesa da saúde e da vida!

Viva o povo venezuelano!

Viva o povo latino americano!

Waldir Cardoso
Presidente

Fonte: FMB

#FMB #Venezuela #saude #medico #medicina #Brasil

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Os médicos vinculados à Secretaria

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Municipal de Saúde (SMS) de Goiânia, reunidos em Assembleia Geral Extraordinária Permanente (AGEP), nesta terça-feira (14),  deliberaram por decisão unânime, pela paralisação por tempo indeterminado dos atendimentos à população, a partir da 0h (zero hora) do dia 19 de abril de 2015 (domingo), até que sejam abertas negociações para o atendimento das reivindicações  da categoria. Os atendimentos de urgência e emergência serão mantidos.

Entre as principais reivindicações podemos destacar:

1- Pagamento da data-base de 2014 e 2015, de forma integral e retroativa;

2- Manutenção de todas as gratificações e demais vantagens pecuniárias pagas aos médicos vinculados à Secretaria de Saúde do Município de Goiânia (insalubridade 30% e quinquênios 10%);

3- Transição dos contratos de todos os médicos, passando-os de credenciados para Contratos por Tempo Determinado (CTD );

4-  Cumprimento do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV) em relação à progressão vertical e horizontal;

5- Condições de trabalho;

6- Segurança nas unidades de saúde.

O presidente do SIMEGO, Rafael

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Rafael Cardoso Martinez - Presidente do SIMEGO

Cardoso Martinez, salienta que os médicos vêm tentando negociar com os gestores desde  o ano passado. “Não obtivemos avanços significativos. Neste momento não estamos nem mesmo pedindo aumento salarial, mas apenas o cumprimento das leis  trabalhistas e a manutenção de nossos direitos adquiridos. Percebemos que a forma como os profissionais médicos estão sendo tratados pela gestão está desestimulando o ingresso e a permanência dos profissionais no serviço de saúde municipal”, analisou.

Fonte: Rafaella Tadão
Assessoria de Comunicação do Simego

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*Escrito por Redação Diário de Goiás

O Ministério Público de Goiás, através da promotora FabianaLlemes Zamalhoa, protocolou uma ação civil pública para que o Estado de Goiás seja proibido de renovar ou prorrogar os contratos já celebrados com Organizaçõeos Sociais (OS) para a gestão de unidades de saúde. Ela pede, também, que o o governo de Goiás seja proibido de celebrar novos contratos nos moldes em que hoje estão sendo feitos.

A ação foi protocalada na terça-feira (23/10)  e distribuída para a 2ª Vara da Fazenda Pública Estadual.

Também foram acionadas as sete organizações que atualmente gerenciam unidades de saúde no Estado: Fundação de Assistência Social de Anápolis (Fasa), Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar (Pró-Saúde), Associação Goiana de Integralização e Reabilitação (Agir), Instituto de Desenvolvimento Tecnológico (Idtech); Instituto de Gestão em Saúde (Iges), Instituto Sócrates Guanaes (ISG), e o Instituto de Gestão e Humanização (IGH).

Os hospitais gerenciados são, respectivamente: Hospital de Urgências de Anápolis (Huana), Hospital de Urgências da Região Sudoeste de Goiás (Hurso), Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer), Hospital Geral de Goiânia (HGG), do Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), Hospital de Doenças Tropicais (HDT) e Hospital Materno Infantil (HMI).

Princípios burlados
Conforme sustenta a promotora, a partir dos contratos celebrados com as organizações sociais para a gerências de praticamente todos os hospitais públicos do Estado, a administração estadual torna vulnerável o princípio da universalidade, da integralidade e da igualdade, que estão na base do Sistema Único de Saúde (SUS). Ela acrescenta que, na atual conformação, o Estado de Goiás “comprou” um pacote de serviços por preço determinado, sem levar em conta os graus de complexidade dos serviços efetivamente prestados e, ainda, sem a participação do Conselho Estadual de Saúde.

Apesar de os Conselhos de Saúde deverem, necessariamente, participar das decisões sobre as políticas públicas de saúde no âmbito das três esferas de governo, não sendo órgãos meramente consultivos, a decisão do Estado contraia a Resolução nº 223/1997. “Evidente que uma mudança como a efetivada pelo Estado de Goiás não poderia olvidar ou desconhecer a posição do Conselho Estadual de Saúde”, pondera.

Fabiana Zamalloa observa ainda que, a pretexto de buscar maior eficiência na prestação de serviços de saúde, os contratos constituem, em verdade, burla ao princípio da complementariedade da atuação da iniciativa privada no SUS.

Por este princípio é permitida a participação de entidades privadas sem fins lucrativos no SUS, de forma complementar, com a finalidade de suprimir a insuficiência da capacidade de prestação de serviço de saúde. Não sendo possível, portanto, a transferência da gerência de todos os equipamentos públicos de prestação de serviços de média e alta complexidade do Estado, observa a promotora.

Dever constitucional
Segundo observado na ação, se o Estado possui os equipamentos públicos, assim entendidos como toda a estrutura material para a prestação dos serviços de saúde, se possui um quadro próprio de pessoal, em tese devidamente qualificado, e dispõe de vultosos recursos financeiros (hoje os contratos de gestão já consomem montante superior a R$ 370 milhões anuais), fica claramente demonstrado que pode prestar diretamente os serviços de saúde que colocou sob a administração de organizações sociais.

“O Estado de Goiás optou por transferir a gerência da sua capacidade instalada para entidades de direito privado que em nada vão agregar aos serviços que hoje podem ser prestados pelo governo estadual, numa clara demonstração de que, embora possa, não quer desempenhar o ônus constitucional”, afirma a promotora. Ela argumenta ainda que, segundo determinação constitucional e legal, o Estado tem o dever de prestar diretamente serviços de saúde gratuitamente à população, tendo em vista a natureza básica e essencial da atividade.

Além disso, conforme extraído dos contratos de gestão celebrados, os serviços são pré-pagos, em parcelas mensais, independentemente da sua efetiva prestação. Ou seja, o repasse mensal feitos às OS é fixo, mesmo que as entidades não cumpram as metas propostas, sem qualquer mecanismo de controle dos gastos e do empregos dos recursos públicos pelas organizações, em afronta ao que prevê a Constituição.

Outra apuração
Quanto aos recursos humanos, apesar de o Estado de Goiás dispor de quadro próprio de profissionais da saúde, selecionados por concurso público que aguardam, inclusive, nomeação, os contratos preveem a possibilidade de as organizações sociais contratarem 50% dos empregados de forma direta, por meio de contrato regido pelas regras celetistas, portanto, sem concurso público. Em razão disso, muitos servidores públicos estão sendo removidos das unidades de saúde em que as OS assumiram a gerência. Contudo, essa situação é objeto de investigação no inquérito civil público nº 22/2012, em tramitação na 89ª Promotoria de Justiça.

Universalidade
Também é citado pela promotora Fabiana Zamalloa na ação, o risco de que, ao manter os serviços da forma como estão contratados, haverá uma inevitável “seleção” dos pacientes, encaminhados pelo sistema de regulação, deixando sem atendimento aqueles “mais onerosos” para a organização social. Prevendo uma possível situação, é citado que um paciente com probabilidade de complicações, de permanência em UTI por tempo maior do que a média prevista no contrato, com necessidade de ações e serviços em quantitativo maior do que a “média” contratada ou cujo tratamento demande medicamentos de alto custo. Essa situação representaria maior ônus à OS, que possivelmente não poderá assumir, sob pena de não conseguir, com os valores pactuados, cumprir as metas assumidas no contrato de gestão.

Liminares
Segundo reiterou a promotora, embora flagrante a nulidade dos contratos de gestão celebrados pelo Estado de Goiás, uma medida liminar que determinasse a suspensão imediata de tais contratos poderia causar muitos prejuízos a todos os que dependem das ações e serviços de saúde prestados pelo Estado. Assim, além da antecipação de tutela para impor ao Estado a proibição de renovar ou prorrogar os contratos já celebrados, é requerida ainda a proibição da celebração de novos contratos de gestão, nos moldes dos que estão sendo celebrados atualmente.

Liminarmente, também é pedida a imposição da obrigação de o Estado reassumir as ações e serviços de saúde nos hospitais públicos estaduais à medida que expirar o prazo de validade dos contratos de gestão vigentes.

No mérito da ação é requerida a declaração de nulidade dos contratos de gestão 001/2010 e seus aditivos, firmado com a Fasa; o 120/2010 e seus aditivos, celebrado com a Pró-Saúde; o 123/2011 e seus aditivos, firmado com a Agir; o 024/2012 e seus aditivos, firmado com o Idtech; o 064/2012 e seus aditivos, firmado com o IGES; o 091/2012 e seus aditivos, celebrado com o ISG, e o 132/2012 e seus aditivos, firmado com o IGH. Clique aqui para ter acesso à integra da ação.

(Com informações da Assessoria de Comunicação do MP-GO)

(*)Fonte: Diário de Goiás

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A mercantilização da Saúde
O Globo/BR
Segunda-feira, 25 de julho de 2011

MÁRCIA ROSA DE ARAUJO

A saúde suplementar brasileira, que tem 45,5 milhões de usuários e movimenta mais de R$60 bilhões por ano, está à beira de uma grave crise. Indignados com a conduta abusiva das operadoras e cansados das improdutivas negociações por reajuste de honorários, médicos de diversas especialidades em todo o país têm avaliado a possibilidade de suspensão do atendimento a vários planos de saúde. Este cenário é resultado da intransigência das operadoras que ameaçam os médicos de descredenciamento, cancelam ou atrasam o pagamento de serviços previamente autorizados, interferem na autonomia do médico, negam autorização de procedimentos essenciais para o paciente e recusam as propostas de reajuste anual de honorários.

A adesão de grande parte dos 160 mil médicos credenciados a planos de saúde à paralisação nacional de atendimentos eletivos no último dia 7 de abril expôs o grau de insatisfação da categoria. Pressionadas pela opinião pública, as operadoras reagiram ao movimento. Curvando-se subservientemente aos interesses destas empresas, a Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça lançou uma arbitrária nota técnica que proibia as entidades médicas de liderar movimentos de paralisação. Esta afronta ao legítimo direito dos médicos de reivindicação por melhor remuneração foi prontamente cassada na Justiça. O juiz considerou que a SDE não tinha competência sobre a atividade médica e suas entidades, pois não se tratam de empresas, mas, sim, de profissionais liberais e seus representantes.

É importante ressaltar que os constantes aumentos das mensalidades não refletem em aumento do valor pago ao médico. Não é mera coincidência que as operadoras estejam nas mãos dos empresários mais ricos do país, que até figuram como novos bilionários em listas de revistas internacionais de economia. Com a omissão da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), órgão regulador que deveria atuar em defesa do usuário, estas empresas aplicam sucessivos reajustes às mensalidades com a justificativa de variação de custos “médicos”. Sem contar que, atualmente, só credenciam os médicos como pessoa jurídica, burlando a legislação tributária. Com o discurso de que os reajustes liberados pelo ANS são insuficientes para cobrir seus custos, elas arrocham os honorários médicos para manterem seus lucros intocáveis. Entre 2000 e 2009, estes reajustes acumularam 133%. Realidade completamente oposta à dos médicos, que não recebem reajuste anual e ainda têm gastos crescentes, como impostos, salários e informatização dos consultórios.

Sem forte fiscalização da agência reguladora, a saúde suplementar é terra de empresários que tratam o bem-estar da população brasileira como negócio e promovem desmandos econômicos como monopolização e cartelização do mercado. Dentre as novas tendências deste setor está a compra da carteira de clientes de operadoras pequenas e de rede de hospitais, além da criação de planos populares a preços acessíveis com rede credenciada e coberturas reduzidas. Com o slogan “os melhores médicos pelo preço que você pode pagar”, alguns planos – que cobram R$35 por mês – iludem os usuários insinuando que eles terão todo o tipo de atendimento necessário.

Em vez de questionar a criação de planos populares com rede credenciada reduzida, a ANS determinou recentemente prazos máximos de atendimento para consultas e exames. Tal norma está sendo questionada na Justiça pelo Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj), porque vai interferir na relação entre médico e paciente. Isto porque o usuário certamente cobrará que o médico tenha agenda livre para cumprir a determinação da ANS. O critério usado para definição destes prazos, inclusive, deve ter sido um mero exercício de criatividade. Medicina não é ciência exata e o tempo da consulta médica depende de cada paciente. Não se pode tratar a agenda do consultório médico como a linha de produção de uma fábrica. Este tipo de pressão da ANS e das operadoras faz com que o paciente entenda que há uma relação de “consumo” com o seu médico, que deveria se preocupar apenas em atender o seu paciente com qualidade, presteza e atenção.

Dra. Márcia Rosa de Araújo Presidente do CRM-RJ

 

 


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Presidente do TJ suspende cumprimento de sentença que anulava quatro concursos

Texto: Carolina Zafino

O presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, desembargador Vítor Barboza Lenza, suspendeu o cumprimento de sentença proferida pelo juiz da 3ª Vara da Fazenda Pública Estadual de Goiânia, Ari Ferreira de Queiroz, que anulava concursos públicos realizados para provimento de cargos no Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás, Secretaria de Cidadania e Trabalho, Secretaria da Saúde do Estado de Goiás e Superintendência da Polícia Técnico-Científica.

O magistrado entendeu que a exoneração de quase 4 mil profissionais nomeados após aprovação nos concursos poderia comprometer a execução dos serviços públicos disponibilizados à sociedade, já que é público e notório o déficit de servidores. “O afastamento desses concursados levaria os órgãos atingidos ao colapso, devido à sobrecarga do serviço e à falta de funcionários nessas áreas consideradas vitais, como saúde e segurança pública”, disse Lenza. O desembargador-presidente ainda ressaltou que a decisão é capaz de ocasionar grave lesão à ordem administrativa do Estado, e como não transitou em julgado não tem caráter de executoriedade. Ele esclareceu que a sentença ainda será sujeita à revisão, em sede de recurso de apelação, pelo Tribunal de Justiça do Estado de Goiás

O pedido de suspensão da liminar foi feito pelo Estado e o Ministério Público de Goiás.

Leia a íntegra da decisão:

Fonte: Tribunal de Justiça do Estado de Goiás – Notícias

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FENAM impetra ação anulatória contra decisão da SDE

Por:  Taciana Giesel

A Federação Nacional dos Médicos impetrou nesta terça-feira (17) ação anulatória contra a decisão administrativa do atual secretário de

Dr. Antonio José - Secretário Jurídico da Fenam - protocolando ação contra decisão da SDE

Direito Econômico (SDE), Vinícius Marques de Carvalho. A decisão impede que as entidades médicas nacionais defendam os interesses de médicos contra os honorários pagos pelos planos de saúde. A ação foi protocolada pelo Secretário de Assuntos Jurídicos da FENAM, Antônio José Pereira dos Santos, na sede da Justiça Federal, em Brasília e encaminhada para o juiz Pablo Zuniga Dourado da 3ª vara federal.

Para o presidente da FENAM, Cid Carvalhaes, a ação visa anular e interromper os efeitos “arbitrários” e “inconstitucionais” da decisão. “Entendemos que esse ato confronta preceitos legais e constitucionais. Esta ação visa à anulação do ato e que por consequência interrompa seus efeitos para que as entidades médicas possam exercer sua plenitude de direitos representando os médicos brasileiros”, afirmou o presidente.

Fonte: Blog FALA MÉDICO

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ELIAS RASSI NETO ATUALMENTE É PROFESSOR ASSISTENTE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS E COLABORADOR DA ORGANIZACAO PAN AMERICANA DA SAUDE. POSSUI 2 LIVROS PUBLICADOS: “Atlas: O uso dos serviços de saúde – Goiânia,

Dr. Elias Rassi Neto - Secretário Municipal de Saúde - Goiânia, GO

Anápolis, Brasília e entornos” e “Saúde nos grandes aglomerados urbanos”. ATUALMENTE COORDENA 1 PROJETO DE PESQUISA VOLTADO À CONSTRUÇÃO DE ATLAS REFERENTE AO USO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE NO BRASIL, CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM EPIDEMIOLOGIA, CONCENTRAÇÃO EM ANÁLISE DE DADOS SECUNDÁRIOS E CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM GEOINFORMAÇÃO EM SAÚDE. ATUA NA ÁREA DE SAÚDE COLETIVA, COM ENFASE EM GESTÃO E EPIDEMIOLOGIA. EM SUAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS INTERAGIU COM 8 COLABORADORES EM CO-AUTORIAS DE TRABALHOS CIENTÍFICOS. EM SEU CURRÍCULO LATTES OS TERMOS MAIS FREQÜENTES NA CONTEXTUALIZAÇÃO DA PRODUÇÃO CIENTIFICA SÃO: DESCENTRALIZAÇÃO, PLANEJAMENTO URBANO, POLITICAS DE SAÚDE, POPULAÇÃO URBANA, SERVIÇOS DE SAÚDE, SISTEMAS DE SAÚDE, SUS E URBANIZAÇÃO – SAÚDE URBANA. CONCLUIU O CURSO DE MEDICINA PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS EM 1981, RESIDÊNCIA EM MEDICINA PREVENTIVA E SOCIAL E ESPECIALIZAÇÃO EM MEDICINA DO TRABALHO PELA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS EM 1982. ESPECIALIZAÇÃO EM EPIDEMIOLOGIA EM 1986 PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS E MESTRADO EM SAÚDE COLETIVA PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA EM 2003. FOI SECRETÁRIO MUNICIPAL DE SAÚDE DE GOIÂNIA-GOIÁS, PRESIDENTE DO CONSELHO DE SECRETÁRIOS MUNICIPAIS DE SAÚDE DO ESTADO DE GOIÁS E VICE-PRESIDENTE DO CONASEMS DURANTE O PERÍODO DE 1997 À 2000. DURANTE O PERÍODO DE 2001/2002 FOI DIRETOR GERAL DE PLANEJAMENTO, INFORMAÇÃO E AVALIAÇÃO DE AÇÕES ESTRATÉGICAS DA SECRETARIA DE POLÍTICAS DE SAÚDE DO MINISTÉRIO DA SAÚDE. ATUALMENTE É O COORDENADOR GERAL DO NÚCLEO DE ESTUDOS EM SAÚDE COLETIVA DA UFG – NESC/UFG.

Dados pessoais

Nome Elias Rassi Neto
Nome em citações bibliográficas RASSI NETO, Elias
Sexo Masculino
Endereço profissional Universidade Federal de Goiás, Instituto de Patologia Tropical e Saúde Publica, Departamento de Saúde Coletiva.
Rua 235, s/n
Setor Leste Universitário
74605-050 – Goiania, GO – Brasil
Telefone: (62) 32096115

Formação acadêmica/Titulação

2002 – 2003 Mestrado profissionalizante em Saúde Pública .
Universidade Federal da Bahia, UFBA, Brasil.
Título: Distribuição espacial da mortalidade infantil em Goiânia – possíveis influências de fatores sócio-econômicos e do Programa de Saúde da Família, Ano de Obtenção: 2003.
Orientador: Jairnilson da Silva Paim.
1981 – 1982 Especialização – Residência médica .
Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, Brasil. Residência médica em: Medicina Preventiva e Social
Número do registro: .
Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, FAPESP, Brasil.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Medicina Preventiva.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Saúde Pública.
Setores de atividade: Cuidado à saúde das populações humanas; Políticas, planejamento e gestão em saúde.
1986 – 1986 Especialização em Epidemiologia .
Universidade Federal de Goiás, UFG, Brasil.
1982 – 1982 Especialização em Medicina do Trabalho .
Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, Brasil.
1974 – 1981 Graduação em Medicina .
Universidade Federal de Goiás, UFG, Brasil.

Formação complementar

2004 – 2004 Extensão universitária em Curso Intensivo de Evidências Efetividade E Eficiê. (Carga horária: 30h).
Universidade Federal de Goiás, UFG, Brasil.

Atuação profissional

Organização Pan Americana da Saúde, OPAS, Brasil.
Vínculo institucional
2003 – Atual Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: , Carga horária: 0
Outras informações Membro de equipe de colaboradores do Projeto de Desenvolvimento de Sistemas e Serviços de Saúde
Atividades
4/2006 – Atual Serviços técnicos especializados .
Serviço realizado
Atuação e perspectivas dos Hospitais Municipais Públicos.
5/2003 – Atual Atividades de Participação em Projeto, .
5/2003 – 5/2005 Serviços técnicos especializados , Representação Brasil, Unidade Técnica Sistemas e Serviços de Saúde.
Serviço realizado
Biblioteca SUS.
Universidade Federal de Goiás, UFG, Brasil.
Vínculo institucional
1997 – Atual Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Assistente, Carga horária: 40
Atividades
2/2004 – Atual Pesquisa e desenvolvimento , Instituto de Patologia Tropical e Saúde Publica, Departamento de Saúde Coletiva.
Linhas de pesquisa
GASTO NACIONAL EM SAÚDE
USO DE SERVIÇOS DE SAÚDE
GEO-REFERENCIAMENTO EM SAÚDE
2/2003 – Atual Ensino, Medicina, Nível: Graduação.
Disciplinas ministradas
Saúde Coletiva
2/2003 – 6/2006 Ensino, Gestão de Sistemas E Serviços de Saúde, Nível: Especialização.
Disciplinas ministradas
SISTEMAS E MODELOS DE SAÚDE
5/2003 – 10/2004 Atividades de Participação em Projeto, Instituto de Patologia Tropical e Saúde Publica, Departamento de Saúde Coletiva.
Projetos de pesquisa
ATLAS – USO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE / GOIÂNIA, BRASÍLIA E ENTORNOS
Canadian International Development Agency, CIDA, Canadá.
Vínculo institucional
2004 – 2004 Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: , Carga horária: 0
Atividades
5/2004 – 10/2004 Serviços técnicos especializados .
Serviço realizado
GASTO NACIONAL EM SAÚDE.
Ministério da Saúde, MS, Brasil.
Vínculo institucional
2001 – 2003 Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 40
Atividades
02/2001 – 2/2003 Direção e administração, Secretaria de Políticas de Saúde, .
Cargo ou função
Diretor Técnico – Coord. Geral de Planejamento, Inform. e Avaliação de Ações Estratégicas.
03/2002 – 1/2003 Conselhos, Comissões e Consultoria, Conselho Nacional de Saúde, .
Cargo ou função
Membro do CNS – Representante do MS.
5/2001 – 12/2002 Conselhos, Comissões e Consultoria, Secretaria de Políticas de Saúde, Rede Interagencial de Informações Para a Saúde Ripsa.
Cargo ou função
Membro de comissão permanente Gestão da Rede Interagencial de Informações – RIPSA.
Prefeitura Municipal de Goiânia, PMG, Brasil.
Vínculo institucional
1997 – 2000 Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: DAS, Carga horária: 40
Atividades
1/1997 – 12/2000 Direção e administração, Secretaria Municipal de Saúde, .
Cargo ou função
Secretário Municipal de Saúde.
Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde, CONASEMS, Brasil.
Vínculo institucional
1997 – 2000 Vínculo: Vice-Presidente, Enquadramento Funcional: , Carga horária: 0
Atividades
5/1997 – 12/2000 Direção e administração, Diretoria, .
Cargo ou função
Vice-Presidente.
5/1997 – 12/2000 Conselhos, Comissões e Consultoria, Comissão Intergestores Tripartite, .
Cargo ou função
Membro de comissão permanente.
Conselho Estadual de Secretários Municipais de Saúde Goiás, COSEMS, Brasil.
Vínculo institucional
1997 – 2000 Vínculo: PRESIDENTE, Enquadramento Funcional: , Carga horária: 0
Outras informações PRESIDENTE
Atividades
5/1997 – 12/2000 Direção e administração, .
Cargo ou função
Presidente.
5/1997 – 12/2000 Conselhos, Comissões e Consultoria, .
Cargo ou função
MEMBRO COMISSÃO INTERGESTORES BIPARTITE.
Câmara Municipal de Goiânia, CMG, Brasil.
Vínculo institucional
1989 – 1996 Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Vereador
Atividades
01/1989 – 12/1996 Direção e administração, Câmara Municipal, .
Cargo ou função
Vereador.
1/1991 – 12/1995 Direção e administração, Comissão de Saúde Educação e Assistência Social, .
Cargo ou função
Presidente.
1/1989 – 12/1990 Direção e administração, Presidência, .
Cargo ou função
Presidente.
Governo do Estado de Goiás, GOVERNO/GO, Brasil.
Vínculo institucional
1984 – 1996 Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Médico Sanitarista, Carga horária: 40
Atividades
01/1983 – 12/1984 Direção e administração, .
Cargo ou função
Diretor Regional de Saúde.

Linhas de Pesquisa

1. GASTO NACIONAL EM SAÚDE

2. USO DE SERVIÇOS DE SAÚDE

3. GEO-REFERENCIAMENTO EM SAÚDE

Projetos de Pesquisa

2003 – 2004 ATLAS – USO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE / GOIÂNIA, BRASÍLIA E ENTORNOS
Descrição: O presente trabalho parte da constatação, cada vez mais presente, do papel dos grandes adensamentos populacionais na organização dos serviços de saúde. A histórica concentração de recursos humanos, financeiros, materiais e tecnológicos nos principais pólos regionais; a atração e as novas necessidades geradas pela oferta de serviços e pelos intensos fluxos migratórios, condicionam uma nova forma de pensar os serviços de saúde nos espaços metropolitanos. A Secretaria Estadual de Saúde de Goiás, no processo de planejamento das suas ações, provocou este estudo específico sobre as regiões dos entornos de Brasília e Goiânia, que com pesos populacionais semelhantes, apresentam entretanto, situações com características muito particulares no campo da saúde. Ao relacionar a distribuição demográfica; os serviços existentes com as suas vocações e capacidades, com ênfase aos serviços públicos; as vulnerabilidades percebidas através dos grandes bancos de dados e as sentidas pelos usuários dos serviços de saúde; os fluxos desses usuários na procura pelos serviços e também as desigualdades no acesso, pretendeu-se construir um primeiro mapa da morbidade, dos serviços disponíveis e das principais características das populações dessa grande região composta pelo Distrito Federal e por 73 municípios goianos, 15 destes pertencentes a Região Pireneus, região localizada entre Goiânia e Brasília, 23 municípios situados no entorno do Distrito Federal e 35 municípios do entorno de Goiânia, incluindo a capital. .
Situação: Concluído; Natureza: Outra.
Alunos envolvidos: Graduação ( 0) / Especialização ( 0) / Mestrado acadêmico ( 0) / Mestrado profissionalizante ( 0) / Doutorado ( 0) .
Integrantes: Elias Rassi Neto – Coordenador.
Financiador(es): Organização Pan Americana da Saúde – Cooperação..

Áreas de atuação

1. Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva.
2. Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde.
3. Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Epidemiologia.
4. Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Saúde Pública.
5. Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Medicina Preventiva.
6. Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: MEDICINA DO TRABALHO.

Prêmios e títulos

2006 Contribuição ao desenvolvimento da Ripsa – 10 anos, OPAS / MS / RIPSA – Rede Interagencial de Informações para a Saúde.
2000 Sócio Honorário, Sociedade Brasileira de Clínica Médica – GO.

Produção em C,T & A

Produção bibliográfica
Livros publicados/organizados ou edições
1. RASSI NETO, Elias (Org.) ; BÓGUS, Cláudia Maria (Org.) . Saúde nos grandes aglomerados urbanos: uma visão integrada. 1. ed. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), 2003. v. 1. 350 p.
2. RASSI NETO, Elias (Org.) ; CARVALHO, Joaquim Rodrigues S de (Org.) ; LAMOUNIER, Lirce (Org.) ; CARMINATTI, Luiz Virginio (Org.) ; JESUS, Maria de Fátima de (Org.) ; TRINDADE, Regina Lúcia Peichoto Chein (Org.) ; SANTOS, Sheila Ferreira (Org.) ; FERREIRA, Sônia Maria de Moraes (Org.) . Histórico da Implantação dos Sistemas Unificados e Descentralizados de Saúde – SUDS. 1. ed. Goiânia: SES/GO, 1987. v. 1. 156 p.
Capítulos de livros publicados
1. SANTANA, J. P. ; RAMOS, Z. V. O. ; VIANNA, S. M. ; PIOLA, S. F. ; RODRIGUES, V. A. ; VASCONCELOS, M. P. R. ; BATISTA, S. R. R. ; SOARES, G.C. ; MENDES, E. F. S. ; DOBASHI, B. F. ; SCHRADER, F. A. T. ; NASCIMENTO, I. F. ; RASSI NETO, Elias ; OLIVEIRA, N.A. ; OLIVEIRA, L. Z. ; VALDES, R. C. C. . Goiânia, Goiás: a Atenção Básica e a Saúde da Família na organização do sistema local de saúde. In: José Paranaguá de Santana et. al.. (Org.). CARACTERIZAÇÃO DO PROCESSO DE TRABALHO EM ATENÇÃO BÁSICA/SAÚDE DA FAMÍLIA. Brasília: UnB/CEAM/NESP/ObservaRH, 2008, v. , p. -.
Apresentações de Trabalho
1. SOUZA, M. R. ; RASSI NETO, Elias . Caracterização dos acidentes de trânsito e Goiânia: a experiência do Hospital de Urgências de Goiânia∗. 2008. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
2. RASSI NETO, Elias . Mortalidade no Município de Goiânia de 1977 a 1986. 1990. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
Demais tipos de produção bibliográfica
1. RASSI NETO, Elias . Atlas – O uso dos serviços de saúde / Goiânia, Anápolis, Brasília e seus entornos. Goiânia: GeoMode, 2005 (Atlas).

Produção técnica
Trabalhos técnicos
1. FONSECA, C. D. ; RASSI NETO, Elias ; SOUZA, H. M. ; COITINHO, D. C. ; TESS, B. H. C. . Secretaria de Políticas de Saúde: O Desafio de Construir e Implementar Políticas de Saúde – Relatório de Gestão 2000-2002. 2002.

Bancas

Participação em bancas de comissões julgadoras
Concurso público
1. OLIVEIRA, Renato Mauricio de; SERONNI, Elaine Maria Xavier; GOMES, Célio Cézar de Moura; RASSI NETO, Elias. Presidente Banca Examinadora do Processo Seletivo – Professor Substituto Saúde Coletiva I. 2005. Universidade Federal de Goiás.
2. RASSI NETO, Elias. Professor Auxiliar do Dpto. Saúde Coletiva – IPTSP/UFG. 2003. Universidade Federal de Goiás.
3. RASSI NETO, Elias. Residência em Medicina Preventiva e Social. 1987. Universidade Federal de Goiás.
Outras participações
1. RASSI NETO, Elias. Membro de Comissão de Avaliação do XV ENCONTRO CIENTÍFICO DOS ACADÊMICOS DE MEDICINA. 2003. Universidade Federal de Goiás.

Eventos

Participação em eventos
1. 2º Seminário nacional de experiências na atenção a violência doméstica e sexual avanços.Articulação em rede (Rede de Atenção a Crianças, Adolescentes e Mulheres em situação de Violência em Goiânia). 2008. (Seminário).
2. 4a Mostra Nacional de Experiências Bem-sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças.4a Mostra Nacional de Experiências Bem-sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças. 2004. (Seminário).
3. 2o Seminário Nacional para Avaliação da Implantação do Programa de Saúde da Família no Brasil.2o Seminário Nacional para Avaliação da Implantação do Programa de Saúde da Família no Brasil. 2004. (Seminário).
4. Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva.Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva. 2003. (Congresso).
5. 12a Conferência Nacional de Saúde.12a Conferência Nacional de Saúde. 2003. (Congresso).
6. VII Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva.Distribuição espacial da mortalidade infantil em Goiânia – possíveis influências de fatores sócio-econômicos e do PSF. 2003. (Congresso).
7. Municipalização e Descentralização na Saúde.Municipalização e Descentralização na Saúde. 2003. (Seminário).
8. Sistema de Informações Geográficas e suas aplicações em Vigilância à Saúde de base territorial.Sistema de Informações Geográficas e suas aplicações em Vigilância à Saúde de base territorial. 2003. (Oficina).
9. Oficina “Políticas Públicas Integrais em Saúde nos Aglomerados Urbanos”.Principais desafios quanto à organização do sistema e dos serviços de saúde grandes aglomerados urbanos brasileiros,. 2003. (Oficina).
10. Congresso Nacional de Secretários Municipais de Saúde.Congresso Nacional de Secretários Municipais de Saúde. 1998. (Congresso).
11. 1a Conferência Municipal de Saúde.Controle Social. 1991. (Congresso).

Orientações

Orientações em andamento
Iniciação científica
1. Ludmila Miranda Xavier Vieira. PERFIS DE MORTALIDADE E IDH. Início: 2006. Iniciação científica (Graduando em Medicina) – Universidade Federal de Goiás. (Orientador).

Supervisões e orientações concluídas
Monografia de conclusão de curso de aperfeiçoamento/especialização
1. LUCILA TACACO WATANABE e MAGALY MARIA DE C. CARACTERÍSTICAS EPIDEMIOLÓGICAS DO TÉTANO ACIDENTAL NO ESTADO DE GOIAS NO PERÍODO DE 2002 A 2006. 2007. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Epidemiologia) – Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública. Orientador: Elias Rassi Neto.
2. IZOLDA MARIA PASSOS LUCENA e MARIA ANA REZENDE. PERFIL DA MORTALIDADE DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES POR CAUSAS EXTERNAS NO MUNICÍPIO DE GOIÂNIA, DE 1996 a 2006. 2007. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Epidemiologia) – Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública. Orientador: Elias Rassi Neto.
3. ÂNGELA CRISTINA E SILVA DE JESUS e GUIOMAR LUIZA DE SOUZA. POSSÍVEIS INFLUÊNCIAS DA DESCENTRALIZAÇÃO DO SUS NA SAÚDE DOS SERVIDORES DO MINISTÉRIO DA SAÚDE EM GOIÁS. 2006. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Gestão de Sistemas E Serviços de Saúde) – Universidade Federal de Goiás. Orientador: Elias Rassi Neto.
4. EDY RAMOS COIMBRA e JACIVONE MARIA CARDOSO. PERFIL DA MORTALIDADE INFANTIL NO MUNICÍPIO DE ANÁPOLIS NOS ANOS DE 2001 A 2003. 2006. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Gestão de Sistemas E Serviços de Saúde) – Universidade Federal de Goiás. Orientador: Elias Rassi Neto.
5. MARIA ANITA PINHEIRO REZENDE. POSSÍVEIS INFLUÊNCIAS DA DESCENTRALIZAÇÃO DO SUS NA SAÚDE DOS SERVIDORES DO MINISTÉRIO DA SAÚDE EM GOIÁS. 2006. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Gestão de Sistemas E Serviços de Saúde) – Universidade Federal de Goiás. Orientador: Elias Rassi Neto.
Fonte: ABRASCO

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