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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Agressão a profissionais de saúde  –  PL pode aumentar punições 

CAP discute projeto que busca mais punição para agressão de profissionais de saúde

Reunião da Comissão de Assuntos Políticos

A Comissão de Assuntos Políticos (CAP), integrada por representantes do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Médica Brasileira (AMB) e que tem a participação do presidente da Federação Médica Brasileira (FMB), Waldir Araújo Cardoso, reuniu-se nesta quinta-feira (20/04) para discutir assuntos de interesse médico, entre eles o Projeto de Lei (PL nº 7269/2017) de autoria do Deputado Federal Sinval Malheiros. Este projeto pretende qualificar a conduta de agressão contra profissionais de saúde para tipificar de forma mais gravosa no Código Penal (Decreto-Lei 2.848/1940).

Diante das pesquisas que mostram o aumento do número de casos de agressões contra médicos no exercício da profissão e os dados constantes na justificativa do projeto (confira abaixo), a CAP considerou o PL relevante e ele passa a integrar a agenda parlamentar das entidades, considerando que ao tipificar a agressão a médicos e demais profissionais de saúde com mais gravidade há possibilidade de coibir o delito e reduzir o número de casos.
“A agressão a médicos em seu ambiente de trabalho ou decorrente do exercício da profissão é uma das grandes preocupações atuais da Federação Médica Brasileira. As agressões acontecem majoritariamente com colegas médicas e temos que lutar para acabar com este abuso”, declara o presidente da FMB.
O PL 72169/2017 vai tramitar conjuntamente ao PL 6749/2016, de teor semelhante, e que se encontra na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aguardando a designação de relator. Assim que o relator for designado será procurado pela CAP para manifestar a posição das entidades médicas e pedir pela sua aprovação.
Agressões
Pesquisa realizada com médicos de São Paulo em 2016 mostram que:
47% tiveram conhecimento de episódios de violência com algum colega;
17% sofreram violência e tiveram conhecimento de agressões a colegas de profissão, sendo a maioria médicos jovens (78% de 24 a 34 anos) e mulheres (8%) mais que homens (3%);
5% relataram ter sido agredidos pessoalmente; desses, 20% sofreram agressão física; em 70% desses casos a agressão foi por praticada pelo paciente;
84% dos que sofreram agressão alegam terem sido atacados verbalmente, 80% sofreram agressão psicológica;
60% alegam que os problemas geralmente acontecem durante a consulta;
32% dos médicos relataram que episódios de violência acontecem sempre ou quase sempre;
85% dos profissionais têm a percepção de que os episódios ocorram mais no SUS.
Fonte: FMB 

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Dória venceu

*Jorge Teixeira 

Dr. Jorge Teixeira


Doria venceu. O ônibus não precisa de “trocador”, o motorista é forte e eficiente. É um nego duro na queda. Não é preciso Exame Médico Ocupacional. A “seleção ” ?  Vai ser pela arcada dentária. 

Há barulho estridente por toda Paulista, são as correntes, são os escravos. Doria venceu.Contrariou Getúlio Dorneles Vargas. 

“O povo de quem fui escravo, não será mais escravo de ninguém “. Não, não é verdade.
Doria venceu. 

O baile da Corte Real inflama e engalana. A Sinhazinha Marcelinha lá vêm de braço dado com o “feitor”. Ninguém vai “temer” mais nada. Vão terceirizar o amor e o ódio é plantado por todas as terras de São Paulo. 
Doria venceu. 

O nego pedi licença pra falar. O nego não pode mais trabalhar. Pois, quando nego chegou por aqui, era mais vivo e ligeiro que um saci. 

Mas esse tempo passou e essa terra secou. A velhice chegou e  o  brinquedo quebrou. 

Senhor, nego véio tem pena de ter se acabado 

Senhor, nego véio carrega este corpo cansado. 

Mas Doria venceu. 
Trabalha

Trabalha

Trabalha, nego. 
Trabalha

Trabalha

Trabalha, nego. 

 

E depois ? 

Vai ganhar um FGTS no juízo final e diploma de bem comportado. Você merece. Você merece. Tudo vai bem. Tudo legal.

* Jorge Teixeira 

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Criança não namora, nem de brincadeira 

CRIANÇA NÃO NAMORA (E PONTO FINAL)


O título deste texto deveria falar por si só − não deveria precisar de explicações, provocações ou justificativas −, mas, infelizmente, precisa.
Sabe por quê? Porque muitas pessoas acham bonitinho e engraçadinho a criança de 3 anos que chega da escola dizendo que o(a) fulano(a) é seu/sua namorado(a). E o pior: adultos, familiares e até professores reforçam a situação, perguntando, instigando e estimulando a criança no dito “namoro” ou achando bacana o(a) filho(a) ter 5 namoradas(os).
Criança não namora! Criança brinca! Então, você pode estar pensando: “Mas os pequenos brincam de namorar, assim como brincam de casinha e não veem maldade em trocar carícias, presentes e ‘fingir‘ que namoram”.
As crianças podem não ter maldade, pois estão descobrindo o mundo, o outro, os limites. Agora, a situação é problemática quando o pai, a mãe, o avô ou qualquer outro adulto de referência, incentiva e valoriza um comportamento inadequado, pois, provavelmente, a criança o repetirá na tentativa de conseguir a aprovação e a atenção desse adulto.
Por essa razão, cabe a nós, adultos, ajudarmos as crianças a compreenderem o que é próprio para elas e o que não é. É nosso papel colocar LIMITES entre o universo adulto e o infantil e ensinar às crianças que existem coisas que só adultos podem fazer.
Adultos namoram, crianças não; adultos consomem bebida alcoólica, crianças não; adultos trabalham, crianças não (não deveriam); adultos escolhem o que assistem na TV, crianças não; adultos podem dormir no horário escolhido, crianças não. Esses são exemplos básicos de diferenças entre os limites da infância e do mundo adulto.
E mais: não é saudável a criança “brincar de namorar”. Sabe por quê? Porque ela está pulando fases, está direcionando a curiosidade para o corpo do outro, quando essa curiosidade deveria estar em seu próprio corpo e na descoberta do mundo que a cerca.
Quando reforçamos essa situação, perguntando como está o(a) namoradinho(a) de nossa(o) filha(o) ou incentivando a criança a beijar o(a) coleguinha, estamos incitando a erotização infantil e tratando nossas crianças como adultos em miniatura.
Por isso, quando uma criança nos relatar que o(a) fulano(a) é seu/sua namorado(a) é nosso papel não instigar, não incentivar e, ainda, ensinar: CRIANÇA NÃO NAMORA.
Podemos ir além e ampliar o nosso papel para a desconstrução da erotização infantil, vestindo nossas crianças como crianças; cuidando com o que elas ouvem e assistem; não reforçando situações de gênero; determinando os limites da infância (crianças não deveriam colocar piercing, usar salto alto, ter acesso a pornografia, etc.)
Criança tem que ser criança e, para garantir que isso aconteça, nós, adultos, precisamos desacelerar e resguardar a infância. Fica o meu convite!
Aline Pinto

Fonte: bbcria

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Visita FMB ao Ives Gandra TST

Casemiro Reis Júnior, Ives Gandra Martins, José Erivalder Guimarães e Waldir Cardoso

O presidente da Federação Médica Brasileira (FMB), Waldir Araújo Cardoso, esteve reunido com o presidente do Tribunal Superior de Trabalho (TST), Ives Gandra Martins Filho, em Brasília, para discutir situações e problemas graves que envolvem o trabalho médico em todo o país.

Acompanhado do secretário de Finanças, José Erivalder Guimarães de Oliveira, do secretário de Assuntos Jurídicos, Casemiro Reis Júnior e do assessor jurídico da entidade, Gáudio de Paula, o presidente da FMB detalhou algumas questões relacionadas ao vínculo do médico no serviço público.

“O ministro ouviu com atenção nosso relato sobre o trabalho árduo para combater a precarização do trabalho médico. Recebemos rotineiramente denúncias de pejotização da atividade médica, de criação de falsas cooperativas médicas, remunerações aviltantes, de cumprimento de jornadas de trabalho extensas e muitas vezes sem condições e sem remuneração no final do período, e os contratos de boca, que não dão garantia alguma ao médico. Estas situações provocam alta rotatividade de profissionais no serviço público, principalmente nos municípios, e causam não só problemas para a carreira dos profissionais, mas geram mais entraves para o bom encaminhamento do sistema de saúde”, destaca Waldir.

Ives Gandra informou aos dirigentes médicos que tem conhecimento das relações de trabalho que contrariam as leis vigentes e se colocou à disposição para contribuir. “O magistrado nos orientou a apresentar a ele sugestões que contribuam para equacionar o problema, assumindo o compromisso de entregá-las para o relator da reforma Trabalhista. Recomendou também que a FMB incentive os sindicatos de base a denunciarem as irregularidades no Ministério Público do Trabalho (MPT) para assim pressionar o órgão a olhar com mais atenção a essas questões”, acrescenta o presidente da FMB.

De acordo com Waldir Cardoso, a reunião fomentou a proposta da FMB de lutar pela regularização do trabalho médico em todo o país, assunto que será discutido por ocasião do Conselho Deliberativo da entidade que será realizado nos dias 16 e 17 deste mês. “Precisamos do apoio para lutar contra os abusos nos contratos de trabalho praticados contra os médicos e também, com esse tipo de orientação, melhoraremos o foco de nossa atuação. Ao trabalho que há muito o que fazer em todas as nossas bases de atuação”, conclui o presidente.

Fonte: FMB

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A voz dela é também a minha voz!
8 DE MARÇO DE 2017
DIA INTERNACIONAL DA MULHER!
Celebremos as mulheres que nos inspiram todos os dias!

Her voice is also my voice!
MARCH 8, 2017
INTERNATIONAL WOMEN'S DAY!
Let's celebrate the women who inspire us every day!

Su voz es también mi voz!
8 DE MARZO 2017
¡DIA INTERNACIONAL DE LA MUJER!
Celebramos las mujeres que nos inspiran todos los días!

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Terminou nesta sexta-feira (25), em Brasília, Assembleia Geral Ordinária da Confederação Médica Latino-Ibero-Americana e do Caribe (Confemel),


que reúne representantes das entidades médicas de de países da América Latina, Caribe e Península Ibérica. Durante três dias, lideranças médicas do Brasil, Bolívia, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Argentina, Uruguai, Espanha, Portugal, Chile, Estados Unidos da América, Honduras, Peru e Venezuela debateram problemas que afetam a saúde nesses países, como a violência contra os profissionais, a falta de medicamentos e de condições de trabalho e a assimetria de acesso aos cuidados médicos. Ao final, foi eleito o brasileiro Jeancarlo Cavalcante como novo presidente da Confemel e aprovado um manifesto em que são denunciadas as agressões contra médicos, além de proposto 4 de dezembro como o dia latino-ibero-americano contra as agressões a médicos e sanitaristas.
Conselheiro federal pelo Rio Grande do Norte, Cavalcante pretende fazer uma gestão em que seja dada visibilidade às agressões aos direitos humanos na saúde. “Quando não se conhece, não se combate bem, então pretendemos agir neste sentido”, afirmou. Ele é o segundo brasileiro a ocupar a presidência da cidade. O primeiro foi o gaúcho Marco Antonio Becker, que foi assassinado em 4 de dezembro de 2008.
A violência contra médicos tem crescido cerca de 20% ao ano, principalmente por parte de pacientes inconformados com a falta de atendimento. “Principalmente na rede pública, as pessoas não fazem uma consulta, um exame, e atribuem a culpa ao médico” avalia Cavalcante. O presidente da Confemel aconselha que o profissional converse com o paciente e mostre que a responsabilidade é do poder público, que não oferece as condições, e pressione o gestor, para que providências sejam tomadas.
Violência – Na nota, os participantes da Assembleia Geral da Confemel argumentam que as agressões no âmbito da saúde “deterioram a qualidade assistencial porque rompem a confiança médico-paciente, que é imprescindível para se conseguir bons resultados” e também promovem a “inaceitável medicina defensiva”.
A Confomel propõe, então, a adoção de algumas medidas preventivas e de segurança no entorno dos estabelecimentos de saúde para proteger os profissionais, a habilitação dos profissionais para que eles possam se proteger em casos de agressão e a sensibilização da sociedade para que ela entenda a saúde como um bem público essencial, a ser utilizado de “forma responsável e promovendo o respeito para os profissionais de saúde”.
Leia, abaixo, o Manifesto de Confemel.
4 de diciembre

DÍA LATINOIBEROAMERICANO CONTRA LAS AGRESIONES A MÉDICOS Y SANITARIOS
MANIFIESTO DE CONFEMEL
Las agresiones contra los médicos y el personal sanitario son un hecho creciente y preocupante. Las organizaciones médicas integrantes de la CONFEMEL (Confederación Médica Latinoiberoamericana) están muy sensibilizados con este problema dada la magnitud y transcendencia que tiene la violencia en el sector de la salud. Las agresiones en el ámbito sanitario deterioran la calidad asistencial porque rompen la confianza médico-paciente que es imprescindible para conseguir buenos resultados en salud y promueve una inaceptable medicina defensiva.
Con el objetivo de concienciar, informar y sensibilizar a los pacientes, a la sociedad, a la propia profesión médica y a las autoridades, CONFEMEL estableció el día 4 de diciembre de cada año como el Día Latinoiberoamericano contra las Agresiones a Médicos y Sanitarios, en memoria del Dr. Marco Antonio Becker que fue víctima de esa violencia q ahora denunciamos.
CONFEMEL quiere recordar ese día de la violencia para proponer:
• Reforzar las medidas preventivas para proteger a los profesionales.

• Adoptar medidas de seguridad en el entorno sanitario para evitar los riesgos de agresión.

• Promover entre los profesionales habilidades en el manejo de situaciones conflictivas y de violencia.

• Informar a los pacientes, a la sociedad, a los profesionales y a los gobiernos para concienciarles del problema y sensibilizarles para que, conscientes del mismo, se adopten las medidas oportunas de tipo estructural y legal (con medidas positivas contundentes y disuasorias), formando y educando a los ciudadanos y pacientes en defensa de los servicios de salud como un bien público esencial que hay que cuidar y utilizar de forma responsable y promoviendo el respeto hacia los profesionales de salud.

• Considerar las agresiones a los sanitarios como violencia social y que sean tratados en la Ley como violencia contra la autoridad.

• Denunciar las situaciones de violencia y hacer registros adecuados en las organizaciones médicas.

• A los Gobiernos: Erradicar la violencia y defender al médico, promoviendo un abordaje integral de las agresiones a nivel sanitario, social, legal y judicial.
La violencia en el sector de la salud pone en peligro la consistencia sanitaria de muchos lugares de Latinoamérica por lo que CONFEMEL insta a las organizaciones médicas que la integran y a sus médicos a participar activamente en este 4 de diciembre, DIA LATINOIBEROAMERICANO CONTRA LAS AGRESIONES A MÉDICOS Y SANITARIOS, promoviendo la información y sensibilización a la sociedad y haciendo un llamamiento a las autoridades para acabar contra todo tipo de violencia en el sector de la salud.

Brasilia, 24 de noviembre de 2016

Fonte: CFM

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fmb-x-pec-55Nota Oficial da Federação Médica Brasileira sobre a PEC 55/2015

A Federação Médica Brasileira (FMB), entidade que congrega Sindicatos Médicos de todas as regiões do País, em reunião de seu Conselho Deliberativo realizada no dia 4 de novembro de 2016, na cidade de São Paulo (SP), analisou a Proposta de Emenda à Constituição nº 55 (PEC 55/2016), que tramita no Senado da República, e entende a necessidade de ajustes sobre os gastos públicos, porém, considera que:

  1. A PEC 55/2016 limita os gastos do governo Federal por 20 anos, incluindo o custeio da saúde, podendo ser revisada após 10 anos de sua publicação;
  2. O Sistema Único de Saúde (SUS) sofre com a falta de recursos, o que leva ao fechamento de leitos hospitalares e a falta de medicamentos, insumos e profissionais de saúde;
  3. De acordo com dados do Ministério da Saúde (MS/Ibope – 2015), o SUS é responsável por ofertar assistência à saúde a pelo menos 70% da população brasileira;
  4. A garantia de serviços de saúde de qualidade à população pelo SUS depende de maior aporte financeiro por parte do Governo Federal;
  5. O peso de financiamento da saúde pública brasileira recai principalmente sobre estados e municípios;
  6. A população brasileira passa por uma transição demográfica, com aumento proporcional de idosos, o que demandará mais serviços de saúde e consequentemente maiores investimentos em um futuro muito próximo;
  7. A construção de uma carreira médica de estado dependerá de maior investimento por parte do Governo Federal;
  8. A PEC 55 não sugere alterações à má gestão fiscal do País.

Desta forma, a Federação Médica Brasileira manifesta-se contrária à aprovação da PEC 55/2016.

Diante da situação do País, a Federação Médica Brasileira propõe: a adoção de uma reforma tributária; a taxação de grandes fortunas e heranças; a adoção de um percentual de pagamento da dívida pública que não comprometa o desenvolvimento social do País, entre outras medidas eficientes que contribuam efetivamente para melhorar a gestão fiscal.

São Paulo, 4 de novembro de 2016.

Waldir Araújo Cardoso

Presidente da Federação Médica Brasileira – FMB

Fonte: FMB

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