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21 de março - Dia Internacional Contra a Discriminação RacialDia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e celebra-se em 21 de março em referência ao Massacre de Sharpeville.

Em 21 de março de 1960, em Joanesburgo, na África do Sul, 20.000 pessoas faziam um protesto contra a Lei do Passe, que obrigava a população negra a portar um cartão que continha os locais onde era permitida sua circulação. Porém, mesmo tratando-se de uma manifestação pacífica, a polícia do regime de apartheid abriu fogo sobre a multidão desarmada resultando em 69 mortos e 186 feridos.

Em memória a este massacre a Organização das Nações Unidas – ONU – instituiu 21 de março o dia Internacional de Luta contra a Discriminação Racial.

O Racismo no Brasil

Racismo no BrasilA legislação brasileira instituiu os primeiros conceitos de racismo em 1951 com a Lei Afonso Arinos (1.390/51) que classificava a prática como contravenção penal.

Somente a Constituição Federal de 1988, em seu artigo 5.º, XLII, é que classificou a prática do racismo como crime inafiançável e imprescritível, sujeitando o delinquente a pena de reclusão.

A prática do racismo na Internet

Racismo na InternetMuitos internautas que antes da popularização do conglomerado de computadores interligados não tinham coragem de se manifestar, encontraram na internet a ferramenta perfeita para alcançar o maior número de pessoas possíveis a fim de divulgar seus pensamentos preconceituosos.

Neste sentido existem milhares de sites, blogs, dos sites de relacionamentos que pregam o racismo, genocídio, neonazismo. As pessoas aproveitam a facilidade de criar perfis falsos para disseminarem o ódio racial e intolerância.

No ano de 2006 foi aprovado projeto de Lei do Senador Paulo Paim (PT-RS), que prevê pena de reclusão de dois a cinco anos e multa aos responsáveis por crimes de discriminação divulgados via internet.

Fonte: Ile Axé Omin Otá Odara

Fonte:

 

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Da Agência Brasil

O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou nota criticando o Índice de Valores Humanos (IVH) divulgado no dia 10 de agosto pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

De acordo com pesquisa de opinião do órgão, 51% dos brasileiros entrevistados acham que o atendimento de saúde no Brasil é demorado, 37% avaliam que a linguagem usada pelos médicos é complicada e 33% opinam que existe pouco interesse das equipes médicas na hora do atendimento.

Para o CFM, o índice de avaliação do Pnud é “suscetível a distorções em sua leitura e aplicabilidade”. “No caso, o IVH-Saúde peca ao desconsiderar aspectos da gestão dos serviços de assistência, sendo que seu questionário acaba por limitar a um momento específico do processo de atendimento a responsabilidade pela baixa satisfação dos usuários”, informa o comunicado da entidade.

Ainda de acordo com o conselho, o desempenho dos médicos “sofre a consequência de investimentos reduzidos e de problemas de gerenciamento”, especialmente no Poder Público. “Sendo assim, a ausência dessas dimensões na formulação do IVH-Saúde contribui para uma percepção distorcida da qualidade da assistência e do papel do profissional nesse contexto”, afirma.

O Ministério da Saúde também criticou o índice do Pnud. Para o órgão, as perguntas feitas pelo programa das Nações Unidas são “reducionistas” diante da complexidade do setor no país e não avaliou, por exemplo, a relação do profissional com o paciente e nível de atenção.

O coordenador do Relatório de Desenvolvimento Humano do Pnud, Flávio Comim, explicou que o estudo não aferiu somente o atendimento prestado pela rede pública de saúde. A pesquisa ouviu duas mil pessoas em 23 estados e no Distrito Federal.

Nota Oficial do Conselho Federal de Medicina

Nota de Esclarecimento sobre o IVH-Saúde

Com relação ao Índice de Valores Humanos (IVH) de Saúde divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o Conselho Federal de Medicina (CFM) vem a público informar que:

1)     A produção de indicadores é ferramenta importante na avaliação do desempenho de ações, programas e políticas públicas, bem como da qualidade dos serviços prestados. No entanto, a formulação desses instrumentos deve estar atenta aos possíveis vieses que comprometem seus resultados e sua aplicabilidade;

2)     No caso o IVH-Saúde, peca ao desconsiderar aspectos da gestão dos serviços de assistência, sendo que seu questionário acaba por limitar a um momento específico do processo de atendimento a responsabilidade pela baixa satisfação dos usuários;

3)     No Brasil, o desempenho dos médicos sofre a conseqüência de investimentos reduzidos e de problemas de gerenciamento em todas as esferas, especialmente a pública. Sendo assim, a ausência dessas dimensões na formulação do IVH-Saúde contribui para uma percepção distorcida da qualidade da assistência e do papel do profissional neste contexto;

4)     Os médicos – por meio do CFM – têm chamado a atenção dos gestores públicos de forma constante para a importância de se solucionar aspectos chaves na oferta de serviços, seja no Sistema Único de Saúde (SUS), seja no campo da Saúde Suplementar (planos e operadoras);

5)     Em Manifesto à Nação, divulgado recentemente, os médicos apresentam seu diagnóstico para as dificuldades históricas percebidas e elencam suas propostas de soluções, sem as quais o caos na assistência deve se ampliar, comprometendo a saúde da população e o exercício da Medicina;

6)     Os médicos cobram mais recursos para a Saúde; o fim das distorções no campo da Saúde Suplementar (defasagem nos honorários, as restrições de atendimento, os descredenciamentos unilaterais, etc.) que trazem insegurança e desqualificam o atendimento; o estabelecimento de uma política adequada de recursos humanos para acabar com contratos precários, inexistência de vínculos, sobrecarga de trabalho e ausência de estrutura mínima que impedem que o acesso do cidadão ao atendimento que merece e tem direito, entre outros pontos;

7)     O Brasil precisa acabar com as filas de espera por consultas, exames e cirurgias, com o sucateamento dos hospitais e o estrangulamento das urgências e emergências, sem esquecer de repensar o papel do médico dentro do SUS e no setor suplementar, garantindo-lhe condições de trabalho, educação continuada e remuneração adequada;

8)     Enfim, num país de extensões continentais, torna-se imperativo trabalhar pela elaboração de políticas e programas de saúde que contemplem as diversidades regionais, sociais, étnicas e de gênero, entre outras, garantindo a todos os brasileiros acesso universal, integral e equânime à assistência, embasados na eficiência e na eficácia dos serviços oferecidos, convergindo em definições claras de políticas de Estado para a saúde.

Fonte: SIMEPAR

CFM

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Um mal que não pode ser ignorado

Que o câncer é um problema grave de saúde, todo mundo sabe. E uma pesquisa recente da ONU reforça o alerta: 13,2 milhões de pessoas morrerão de câncer a cada ano até 2030 – nada mais, nada menos que o dobro de casos registrados em 2008.

Dados fornecidos pela agência internacional de pesquisa sobre o assunto (a IARC, vinculada à ONU), a expectativa é que 21,4 milhões de novos casos sejam diagnosticados anualmente em 2030.

Isso torna ainda mais importante a questão de diagnóstico e tratamento rápidos, fatores que melhoram e muito as possibilidades de se vencer um câncer. Mas como lidar com isso num país em que a saúde pública apresenta tantos problemas como é o caso do Brasil?

É importante discutir o assunto e generalizar o acesso a tratamentos e a disponibilidade de medicamentos, focando nos cânceres de maior incidência (pulmão, mama…). Porque os dados não mentem: em 2008, os países em desenvolvimento tiveram 56% dos casos de câncer e 63% das mortes ligadas à doença. Não dá pra ignorar.

Confira as notícias, opine, exija.

– Câncer matará mais de 13,2 milhões por ano até 2030, diz ONU: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,cancer-matara-mais-de-13-2-millhoes-de-pessoas-por-ano-ate-2030–diz-a-onu,560029,0.htm
– Acesso a drogas anticâncer é alvo de fórum http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/742126-acesso-a-drogas-anticancer-e-alvo-de-forum.shtml

Fonte: JLineu – http://twitter.com/inconformado

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