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Posts Tagged ‘Emmanuel Fortes’

Representação Brasileira durante a XV Assembléia Geral Ordinária da Confemel – Confederação Médica Latinoamericana e do Caribe

No período de 21 a 23 de novembro, realizou-se a XV Assembléia Geral Ordinária da CONFEMEL, Confederação Médica Latinoamericana e do Caribe, na cidade de Bogotá, Colombia que na oportunidade renovou sua diretoria executiva par ao bienio 2012-2014. O Brasil se fez representar por diretores do Conselho Federal de Medicina (CFM), Federação Nacional dos Médicos (FENAM), QAssociação Médica Brasileira (AMB), Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (CREMEPE), Conselho Regional de Medicina de Alagoas (CREMAL), Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (CREMERS), Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Sul ( SIMERS ) e Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (SIMEGO). Passamos a representar o Brasil na diretoria executiva da Confemel como Secretário Geral da entidade, condição que muito nos honra como brasileiro, goiano e santelenense. Logo publicaremos em nosso blog ( meduardosantana.wordpress.com ) os documentos publicados pela Confemel nessa Assembléia.
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VII Seminário Médico/Mídia aproxima médicos e jornalistas


SIMESP

A sétima edição do Seminário Médico/Mídia, realizado pela primeira vez em São Paulo, na sede do Simesp, entre os dias 19 e 20 de abril, reuniu médicos e jornalistas de todas as regiões do país para discutir o cenário atual da comunicação e do jornalismo e a cobertura de saúde na mídia tradicional e nas novas mídias. Organizado pela Federação Nacional dos Médicos em parceria com o Conselho Federal de Medicina, tem também o papel de contribuir para estreitar o relacionamento entre médicos e imprensa.

O presidente da Fenam e do Simesp, Cid Carvalhaes, fez um balanço positivo do evento, que debateu temas pertinentes às duas profissões. E ressaltou que os trabalhos devem sempre ser pautados pela Ética. Carvalhaes aposta na continuidade do Médico/Mídia, inclusive sendo ampliado com a participação das entidades representativas dos jornalistas, entre outras.

Os jornalistas convidados puderam compartilhar com os médicos e colegas sua experiência no dia-a-dia do jornalismo. A repórter de TV, Renata Afonso, falou sobre o “compromisso com a verdade e a qualidade da informação”, que passa pela apuração detalhada e deve contar com a colaboração do entrevistado no esclarecimento das dúvidas do profissional de comunicação. Quem dividiu a mesa com Renata foi o vice-presidente do CFM, Desiré Callegari. “A verdade sempre aparece, por isso, ao sermos entrevistados, temos de ser o mais verdadeiro possível”, considerou.

A jornalista Daniela Damaso falou sobre o papel do assessor de imprensa. Para ela, um facilitador do trabalho do repórter. Já o jornalista do CFM, Paulo Henrique de Souza, define esse profissional como uma pessoa de papel estratégico dentro das instituições, trabalhando lado a lado com a diretoria e a presidência, pensando junto. “O trabalho do assessor de comunicação evoluiu e, hoje, ele também é um facilitador para a instituição que ele representa. Ele é o elo entre a instituição e a sociedade”, destacou. O jornalista Paulo Luchetti apresentou cases que mostram como a comunicação é vital para as instituições.

O professor e jornalista Wagner Belmonte trouxe uma discussão mais aprofundada sobre o papel do jornalista, da reportagem e dos conglomerados de comunicação. Para ele, regulação não é sinônimo de cerceamento. Sua apresentação, teve como ponto central a Ética do jornalista.

Sobre publicidade médica, o conselheiro do CFM, Emmanuel Fortes, apresentou as principais mudanças com a Resolução 1974/2011 do CFM. “Defendemos a honestidade da informação”, apontou o médico. E o publicitário Olavo Rocha falou sobre os desafios de trabalhar com as restrições impostas pela resolução.

Outro tema discutido foi o sigilo do paciente e o direito à informação. O presidente do Cremesp, Renato Azevedo, dividiu a mesa com o jornalista do Senado Federal Ricardo Westin. Para Azevedo, o sigilo profissional é a base para uma relação de confiança entre o médico e seu paciente, e lembrou que em apenas três situações pode haver quebra dessa confidencialidade: por motivo justo, por dever legal e por consentimento do paciente. No dia anterior o jornalista Murilo Pizzolotti, assessor de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde, havia tocado no assunto. “O silêncio também, às vezes, é uma resposta” considerou.

Fazer uma análise sobre a cobertura política em saúde e a medicina na política, foi o desafio do diretor da Fenam, Eduardo Santana, e do jornalista Renato Strauss.

Grande parte da discussão do Médico/Mídia deste ano girou em torno das novas mídias, o poder das redes sociais e a importância da convergência dessa mídias, além das implicações das consultas ao Dr. Google – tema debatido pela jornalista Fernanda Aranda e pelo diretor da Fenam, Ednaldo Lemos. A jornalista Taciana Giesel, da Fenam, discorreu sobre as principais características e impacto de cada uma das redes sociais, juntamente com o profissional de tecnologia da informação, Walder Júnior. Quem também destacou o tema foi o diretor do da Fenam, Waldir Cardoso, apresentando exemplos da força das novas mídias.

Sem negar a importância das novas mídias, o presidente da Fenam, Cid Carvalhaes, acredita que as mídias tradicionais ainda são insubstituíveis e, mais ainda, “o olho no olho, os encontros presenciais”. E que a comunicação institucional deve olhar não somente para fora, mas também investir na comunicação interna.

Fonte: SIMESP

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