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Posts Tagged ‘atenção à saúde’

Nunca foi racismo!

Era apenas uma denúncia de uma condição de trabalho que não queremos para os brasileiros e nem para os estrangeiros que aqui vierem servir o nosso povo.

Médicos Cubanos no Mais MédicosTransformar a questão em racismo, foi conivente prá quem era carente de argumentos e de lideranças e precisava transformar alguns em heróis de uma causa correta que seria lutada para atingir objetivos questionáveis e em condições mais questionáveis ainda.
É preciso urgentemente responder às demandas da falta de atenção à saúde para brasileiros que moram em comunidades de difícil acesso, seja nas capitais ou nos grotões do país. Mas é muito importante que se compreenda a necessidade de fazê-lo utilizando mecanismos éticos e decentes, que o estado já possui, de maneira a respeitar a dignidade dos que receberão o serviço como daqueles que o executarão.

Seguramente, o Mais Médicos ( que tem um nome altamente equivocado, pois a questão não é a falta de médicos mas a falta de estrutura para que todos os profissionais de saúde sejam disponibilizados ao povo) chega de maneira equivocada, com regras que fragilizam o serviço público e o SUS bem como os trabalhadores e, consequentemente, a atenção à saúde.

Falam que ele é uma revolução.

Entendem pouco ou nada de revolução!

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ImagemNota contra a “importação” sem critérios de médicos estrangeiros

O Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego), a Associação Médica de Goiás (AMG) e o Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (Simego) repudiam a absurda proposta de Governo Federal de “importar” para o Brasil médicos estrangeiros ou brasileiros portadores de diplomas de medicina obtidos no exterior sem obedecer aos critérios legais para a revalidação de seus títulos.
Deste grupo, constam os 6 mil profissionais formados em Cuba, conforme anunciado pelo Ministro das Relações Exteriores. A confirmação dessa medida configura uma agressão à lei brasileira; um desrespeito ao Revalida – exame criado para avaliar a competência daqueles que querem atuar no país -; e uma ameaça à saúde da população, que, assim, fica a mercê de pessoas com formação duvidosa e que, no limite, podem até nunca ter estudado Medicina.
O argumento usado pelo Governo Federal para defender a entrada irregular no Brasil dessas pessoas é o suposto déficit de profissionais no interior e nas periferias das grandes cidades brasileiras. Trata-se de argumento falso, que busca ocultar outros interesses, pois o Brasil conta com número suficiente de médicos para atender suas demandas internas, sendo que as lacunas que existem decorrem da falta de ações que estimulem a migração e a fixação desses profissionais nas áreas de difícil provimento.
Se faltam médicos nessas regiões, deve-se à falta de remuneração digna e de estrutura que lhes dê condiçõesadequadas de trabalho, pois nestes locais não há leitos, equipamentos, materiais, medicamentos e instalações. Por outro lado, sobram pacientes que deveriam ter seu direito à saúde assegurado pelo Governo, como determina a Constituição.
O Cremego, a AMG e o Simego rechaçam veemente essa proposta e defendem mais investimentos para o SUS, com a melhoria da remuneração do médico e de suas condições de trabalho. Neste sentido, propõe-se a criação de uma carreira de estado para os médicos para suprir esta dificuldade de acesso à assistência, um problema real que deve ser combatido. Somente assim, será possível garantir a presença e a permanência dos médicos nos vazios assistenciais, com atendimento digno e de qualidade.
Outras propostas não passam de falácias, que afrontam a classe médica, desrespeitam a Nação e ameaçam seriamente a saúde da população, em especial a sua parcela mais carente.

CREMEGO – AMG – SIMEGO

Fonte – O Popular

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Mesmo em greve, médicos residentes continuam dando o sangue pela saúde

Médicos residentes de Goiás reuniram-se nesta quinta-feira para doação de sangue

Os médicos residentes do Estado de Goiás reuniram-se nesta quinta-feira (26/08/10) no HEMOCENTRO para doar sangue e efetivar cadastro no REDOME (Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea). A iniciativa, desenvolvida também em outros Estados brasileiros, faz parte da “Campanha Nacional de Valorização da Residência Médica” proposta pela Associação Nacional dos Médicos Residentes (ANMR).

Em Goiás, a paralisação teve início na segunda-feira (23/08/10), embora a greve Nacional tenha sido deflagrada desde o dia 17. O atraso no início da paralisação deveu-se à elaboração de um plano de Greve pelos residentes, de forma a manter as atividades de urgência, emergência e terapia intensiva, sem maiores prejuízos à saúde da população goiana.

É importante esclarecer que os residentes não são estudantes de saúde, mas sim médicos formados que iniciaram um programa de especialização. Ao mesmo tempo em que estão se especializando nas diversas áreas da Medicina, os médicos residentes atuam como peça fundamental no atendimento aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Supervisionados por preceptores, são responsáveis diretos pelos pacientes a quem assistem, seja em consultas ambulatoriais, no cuidado aos pacientes internados ou na realização de cirurgias e outros procedimentos diagnósticos e terapêuticos. Hoje, os futuros especialistas participam de 70% dos atendimentos pelo SUS, constituindo-se na grande mão-de-obra propulsora do sistema público.

A paralisação tem por objetivo a reivindicação por melhores condições de trabalho e remuneração, como por exemplo o combate à sobrecarga de trabalho. A carga horária estabelecida para os programas de residência, de 60 horas semanais, já é a maior definida em lei, mas ainda assim é frequentemente desrespeitada.

As entidades médicas de todo o Brasil reconhecem a greve nacional como legítima e estão de acordo que as reivindicações, quando atendidas, trarão benefício a toda a população.

Fonte:

Médicos Residentes de Goiás

Imprensa SIMEGO

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Comissão da Câmara aprova prazos para atendimento de pacientes do SUS

Texto aprovado fixa prazo de 30 dias para realização de  consultas. Se o paciente for criança, o prazo será reduzido para 20 dias e, se for gestante, a consulta terá de ser realizada em 3 dias.

A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou o Projeto de Lei 7148/10, do deputado Edmar Moreira (PR-MG), que estabelece prazos para os atendimentos realizados por intermédio do Sistema Único de Saúde (SUS) – 15 dias para exames médicos, 30 dias para consultas e 60 dias para cirurgias, a contar do agendamento.

A proposta estabelece ainda que, se o usuário for criança com menos de 10 anos ou for portador de doença grave, os prazos previstos serão reduzidos em 1/3 (ficando em 10 dias, 20 dias e 40 dias, respectivamente). Para os idosos, portadores de necessidades especiais ou gestantes, o prazo máximo para a realização de consultas será de três dias, quando não for o caso de internação imediata.

O relator da proposta, deputado Edson Aparecido (PSDB-SP), recomendou a aprovação. “A garantia à saúde implica o pronto atendimento, ou, pelo menos, aquele realizado em prazo razoável. Submeter as pessoas a longos períodos de espera pode significar o mesmo que negar a elas o que prescreve o texto constitucional”, afirmou.

O projeto estabelece que o não cumprimento dos prazos previstos implicará a abertura de processo administrativo pelo órgão competente para apuração da responsabilidade.

Tramitação

O projeto, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fontes:

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