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Archive for the ‘Médica’ Category

Médicos-residentes fazem proposta de reajuste menor imediato para encerrar a greve.

Da Agência Brasil
Em Brasília

A Associação Nacional dos Médicos-Residentes (ANMR) apresentou hoje (26) ao Ministério da Educação uma proposta de reajuste da bolsa-auxílio de forma parcelada. Para encerrar a greve, que dura nove dias, os profissionais estão dispostos a aceitar o aumento imediato de 28,7% e 10% em setembro do ano que vem, o que totaliza a porcentagem de 38,7% exigida pela categoria. A sugestão foi aceita ontem (25), por unanimidade, pelos membros da comissão de greve.

Na semana passada, a categoria rejeitou o reajuste de 20% oferecido pelo governo. Segundo o presidente da ANMR, Nívio Moreira Júnior, a nova proposta é um sinal de que a categoria está aberta à negociação e quer terminar a greve. “Agora depende do governo entender que o que nós estamos solicitando são os 23% que não foram dados na greve anterior. Hoje, seria um reajuste de 5%, se os 23% tivessem sido cumpridos antes. Então há três anos que o reajuste não foi dado”, explicou.

Moreira Júnior acredita que a proposta pode ser votada em breve. “Acho que a gente vai ter um retorno do governo hoje ou amanhã”, calculou. No entanto, o Ministério da Educação informou que não tem um prazo para tomar a decisão, já que precisa consultar os representantes do Ministério da Saúde.

Além do reajuste na bolsa-auxílio, de R$ 1.916,45 para R$ 2.658,11, a categoria reivindica a extensão do auxílio-moradia e auxílio-alimentação para todo o território nacional – benefícios concedidos somente em Brasília –, o aumento da licença-maternidade da residente de quatro para seis meses, o adicional por insalubridade e o décimo terceiro salário.

Fonte: UOL NOTÍCIAS

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Mesmo em greve, médicos residentes continuam dando o sangue pela saúde

Médicos residentes de Goiás reuniram-se nesta quinta-feira para doação de sangue

Os médicos residentes do Estado de Goiás reuniram-se nesta quinta-feira (26/08/10) no HEMOCENTRO para doar sangue e efetivar cadastro no REDOME (Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea). A iniciativa, desenvolvida também em outros Estados brasileiros, faz parte da “Campanha Nacional de Valorização da Residência Médica” proposta pela Associação Nacional dos Médicos Residentes (ANMR).

Em Goiás, a paralisação teve início na segunda-feira (23/08/10), embora a greve Nacional tenha sido deflagrada desde o dia 17. O atraso no início da paralisação deveu-se à elaboração de um plano de Greve pelos residentes, de forma a manter as atividades de urgência, emergência e terapia intensiva, sem maiores prejuízos à saúde da população goiana.

É importante esclarecer que os residentes não são estudantes de saúde, mas sim médicos formados que iniciaram um programa de especialização. Ao mesmo tempo em que estão se especializando nas diversas áreas da Medicina, os médicos residentes atuam como peça fundamental no atendimento aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Supervisionados por preceptores, são responsáveis diretos pelos pacientes a quem assistem, seja em consultas ambulatoriais, no cuidado aos pacientes internados ou na realização de cirurgias e outros procedimentos diagnósticos e terapêuticos. Hoje, os futuros especialistas participam de 70% dos atendimentos pelo SUS, constituindo-se na grande mão-de-obra propulsora do sistema público.

A paralisação tem por objetivo a reivindicação por melhores condições de trabalho e remuneração, como por exemplo o combate à sobrecarga de trabalho. A carga horária estabelecida para os programas de residência, de 60 horas semanais, já é a maior definida em lei, mas ainda assim é frequentemente desrespeitada.

As entidades médicas de todo o Brasil reconhecem a greve nacional como legítima e estão de acordo que as reivindicações, quando atendidas, trarão benefício a toda a população.

Fonte:

Médicos Residentes de Goiás

Imprensa SIMEGO

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Em  Assembléia convocada pelo Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (SIMEGO) na noite de ontem (25/08) os residentes goianos decidiram pela manutenção do movimento. Os residentes deflagraram uma greve nacional no  último dia 17.

Os residentes rejeitaram a proposta do  Ministério da Saúde que  ofereceu 20 % de ajuste salarial aos residentes. Entre as principais reivindicações estão o reajuste de 38,7% no valor da bolsa residente, 13º salário, auxílio alimentação e moradia e extensão da licença maternidade de 4 para 6 meses.

Nesta quinta-feira (26/08) os médicos residentes de Goiás estarão reunidos no Hemocentro entre 8:00 e 10:00 horas da manhã para doar sangue, participando da Campanha Nacional “Dia de Doação de Sangue pela Saúde Pública”.

Contato: Mayra Freitas

(62) 9631-8214

Fonte: Imprensa Simego

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Médico residentes explicam, à população, os motivos da greve.

A luta dos residentes, nesse momento espelha a luta da sociedade brasileira pois defendem as condições que propiciarão a formação de profissionais qualificados para servirem a sociedade como ela precisa e merece.
Precisamos todos nos enganjarmos nesse movimento para que a vitória dos residentes possa ser compartilhada com todos os médicos e usuários de serviços médicos.

Entre as reivindicações está o reajuste de 38,7% na bolsa-auxílio

Médicos residentes do Distrito Federal participaram da Caminhada Nacional pela Residência Médica, realizada nesta terça-feira (24), em Brasília. Vestidos de branco e com apitos, eles pararam uma das principais vias da capital. Durante a manifestação, os residentes distribuíram panfletos à população justificando o motivo da greve.

A equipe da FENAM TV acompanhou a caminhada, assista a reportagem:

Os residentes relataram, por exemplo, que trabalham no mínimo 60 horas semanais e que não têm direito a décimo terceiro salário, FGTS, adicional de férias, entre outros benefícios oferecidos aos outros trabalhadores.

A greve tem apoio do Conselho Federal de Medicina (CFM), da Federação Nacional dos Médicos (Fenam) e da Associação Médica Brasileira (AMB).

Fonte: Blog da Fenam (Fala Médico)

Taciana Giesel

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Publicado no blog de Waldir Cardoso

Os médicos peritos do INSS se reúnem em assembleia nacional nesta quinta-feira, 26, em Brasília, para avaliar as negociações com o governo federal. Os profissionais contestam a afirmação feita ontem, 23, pelo ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, que espera acabar com a greve em até 15 dias.

Para a diretora do Sindicato Médico do RS (SIMERS) e vice-presidente da Associação de Médicos Peritos do Estado, Clarissa Bassin, trata-se de um desrespeito à categoria. “O governo dá uma previsão sem conceder às reivindicações aos profissionais”, destaca. A categoria busca o reconhecimento da jornada de seis horas diárias, autonomia do ato médico pericial e de melhores condições de trabalho e segurança.

Sobre as 400 mil perícias atrasadas, Clarissa reforça que é humanamente impossível a reposição em 90 dias, como pretende o governo. Segundo a médica, antes mesmo da greve já havia atraso de 60 dias no RS, devido à falta de profissionais no quadro do INSS. “As perícias estão represadas desde 2009”, explica a dirigente sindical. No Rio Grande do Sul, são 350 médicos peritos e estima-se que o déficit hoje é de 150 profissionais para atender a demanda de segurados.

A greve dos médicos peritos completou dois meses nesta segunda-feira, 23, com manutenção de 50% do atendimento, de acordo com decisão da Justiça, e a qual considerou a paralisação legal. Além disso, a Justiça Federal definiu que nenhum médico perito pode ser punido por não cumprir a agenda de atendimento. A postura do Judiciário deu força à luta contra o número excessivo e inadequado de perícias para a atividade, com prejuízos ao médico e aos segurados.

A Assembléia ocorrerá nas Salas Goiás I, II e III do Hotel Trip Brasil 21, localizadas no Setor Hoteleiro Sul – Quadra Seis – Conjunto A – Bloco F. A retomada da AGE será feita, em primeira chamada às 10h00, e em segunda e última chamada às 10h30.

Fonte: IMPRENSA SIMERS/ANMP

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Há aproximadamente 60 dias, os médicos peritos do INSS, de maneira ordeira, responsável e justa entraram em um movimento paredista que visa defender a perícia médica nos seus direitos de qualidade nas condições de trabalho, reconhecimento da responsabilidade ética e técnica do exercício profissional e qualificação da assistência aos trabalhadores e trabalhadoras desse país.

Não acredito que estejam num movimento que se encerra em si mesmo, pois, como sindicalista, não conseguiria compreendê-lo. Para mim, um movimento de greve tem explícito objetivo ver a pauta, democraticamente construída, ser atendida na sua maioria ou totalidade, não abrindo mão dos princípios para o exercício ético da profissão, da criação, manutenção, ou qualificação das condições de trabalho e do respeito e da valorização desse mesmo trabalho; objetivos não atingidos durante um processo de negociação prévia, dado pela inexistência do mesmo, ou pela intransigência patronal.

A justiça e legitimidade da greve são amplamente assumidas pelo movimento médico brasileiro com o apoio explícito de várias entidades médicas capitaneadas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), pela Federação Nacional dos Médicos (FENAM) e pela Associação Médica Brasileira (AMB).

Apoio que não tem se restringido a meras cartinhas formais de quem apóia, mas não entra na luta. Apoio compromissado, indo para dentro das assembléias, oferecendo espaços e estruturas para realizações das mesmas e para o fortalecimento da luta, abrindo portas e sentando às mesas de negociações, buscando a defesa maior dos interesses da categoria.

Apoio responsável que busca a construção da unidade das entidades médicas e do movimento médico de qualquer especialidade.

Apoio que busca compreender e somar às ações dos companheiros e faz de possíveis equívocos, motivo para nos aproximarmos mais ainda para que os mesmos possam ser dirimidos.

Acredito piamente que os médicos peritos, a perícia médica brasileira e as entidades médicas brasileiras não precisam se engalfinhar na luta fratricida pelo “reconhecimento da paternidade ou da demarcação de território” para que os médicos, a instituição e a sociedade saiam fortalecidos, como resultado final dessa mobilização.

É preciso compreender que não podemos resumir esse debate à discussão da legitimidade ou legalidade da representação e, quem o faz, não tem compromisso com os médicos e a sociedade.
São duas instituições importantes na organização dos médicos peritos que precisam sair fortalecidas desse processo. Não podemos entrar no descaminho que alimenta o confronto entre a FENAM e a ANMP. Ele só interessa a quem quer dividir o movimento médico ou acha que o seu “aparecer” é mais importante que os médicos e médicas desse país. Só é justificada a entrada da FENAM  nessa seara, para fortalecer o movimento médico dos peritos e ajudá-lo a obter as vitórias que os valorizarão e também qualificará o processo de perícia médica no INSS, não para dividi-lo ou fragilizá-lo. E assim, sindicatos e FENAM, tem se posicionado.
Bons companheiros deveriam envidar esforços no sentido de buscarmos diminuição de arestas, o desaparecimento do debate belicoso entre as duas entidades que em nada contribui para o fortalecimento do movimento médico brasileiro.

Questiono profundamente os “companheiros” que se transformam nos arautos da divergência, da diferença e da desunião.
Creio ser hora de nos fortalecermos.
Hora da unidade!
Hora de construirmos as vitórias juntos.
Hora de ANMP e FENAM caminharem juntas. Na mobilização, na construção dos projetos e na conquista dos objetivos.

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Os candidatos à Presidência da República já receberam os dois documentos aprovados pelos participantes do XII Encontro Nacional das Entidades Médicas (Enem) e que contemplam as principais reivindicações da categoria em prol do aperfeiçoamento da assistência em saúde no país. Nos textos, protocolados nos  comitês de campanha no fim da tarde desta segunda-feira (09/08), os médicos, representados pelas suas entidades nacionais – Conselho Federal de Medicina (CFM), Associação Médica Brasileira (AMB) e Federação Nacional dos Médicos (Fenam) – condensam suas principais preocupações com respeito à saúde e ao exercício da Medicina e apontam soluções para superar o quadro de dificuldades.

O Manifesto dos Médicos à Nação foi publicado nos principais jornais do país, também dando conhecimento à sociedade sobre o diagnóstico feito e os pleitos apresentados. Já o Relatório Final do XII Enem contempla as 115 deliberações aprovadas pelos 600 delegados que participaram da reunião a respeito de temas diversos, como ensino, trabalho e políticas públicas. Cada proposta, resultado da discussão entre os vários segmentos do movimento médico, traz uma contribuição para ampliar o foco da reflexão sobre o quadro atual da saúde brasileira, que carece de medidas urgentes nas esferas pública e privada.

Esses dois documentos são a contribuição da categoria para o aperfeiçoamento e a qualificação dos serviços de saúde. Representam também o compromisso dos médicos com a defesa dos interesses da sociedade, além de ser um marco na luta pela valorização do exercício da Medicina, que tem sido tratada, ao longo dos anos, com indiferença pelos gestores em geral.

A expectativa das entidades médicas nacionais é de que os documentos possam subsidiar as tomadas de decisão de atuais e futuros gestores. Além dos presidenciáveis e candidatos aos governos estaduais, também receberão o Manifesto à Nação e o Relatório Final do XII Enem o ministro da Saúde, José Gomes Temporão; o ministro da Educação, Fernando Haddad; o presidente do Senado, José Sarney; o presidente da Câmara, Michel Temer; o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Cezar Pacheco; o procurador Geral da República, Roberto Monteiro Gurgel dos Santos; a presidente do Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Saúde (Conass); Beatriz Dobashi; o presidente do Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde (Conasems), Antonio Carlos Figueiredo Nardi; e outras autoridades das esferas executiva, legislativa e judiciária.

Fonte: Fenam

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